Tuesday, February 20, 2007

Especial Chrysler 300 - a máquina!!!


Esse post é apenas para enaltecer a superioridade tecnológica dos carros americanos. Depois de dirigir um desses, fica difícil se acostumar com as carroças brasileiras, sem nenhum demérito ao meu Renault Clio...







Na definição da Fernanda, isso não é um carro, é um caminhão!!!




Antes e depois... Bugs!













Nave espacial...


























Hora de descansar...

Saturday, August 26, 2006

Dia 17

Logo ao acordar, o dilema: o quê fazer??? Afinal, era a véspera do retorno e praticamente já tínhamos visto tudo o que queríamos. Começamos pela parte prática: arrumar as malas.
Depois de praticamente tudo arrumado, fomos passear. Mais uma caminhada pelas lojinhas do Fisherman's Wharf para fazer compras de última hora.

Em seguida, um almoço no belo e elegante restaurante que fica na Praça Ghirardelli, bem de frente para o mar.

Voltamos ao hotel para deixar as compras no quarto e aproveitar para descansar um pouquinho. Em seguida, rumamos novamente para admirar a Golden Gate lá no Presídio Park. Tava um sol espetacular, mas um vento frio de matar!
Sob a ponte tinha até surfista pegando onda.
Com o vento que tava, os windsurfistas certamente fariam a festa.

Mais umas voltas de carro pela cidade e paramos para aproveitar o happy hour de um bar próximo ao hotel... É, a viagem realmente está acabando. Agora, só resta voltar ao hotel, dormir o máximo que puder e começar a encarar a volta.
Acordamos no dia seguinte (27/5) e fizemos o check out. Última dirigida no Chrysler que ficou no aeroporto e finalmente pegamos um avião...

Ainda bem que decidimos fazer uma escala para dormir em Miami em vez de encarar umas 16, 17 horas diretas de vôo.
Miami não é lá grande coisa (pelo menos para nós), mas serviu para dividir a volta em duas partes (de San Francisco até lá foram umas cinco horas) e de lá para o Rio, em vôo direto, mais 8 horas. Se contarmos o tempo que se gasta nos aeroportos, vê-se que foi um bom negócio.
Até porque circulamos por Miami e ainda conseguimos comprar o laptop.
Resta, agora, aguardar pelas próximas férias. Quem sabe vem mais por aí?

Dia 16

É, tá chegando ao fim...
Hoje o dia começou com uma frustração. Os Go Cars (uma espécie de triciclo motorizado e controlado por satélite, com guia falado em inglês) que havíamos visto na véspera e que pretendíamos usar para circular pela cidade eram bem mais caros do que imaginávamos. Tolos, pensamos que o aluguel de uma daquelas engenhocas fosse uns USD 20 por um dia inteiro. Ledo engano. Uma horinha custa USD 44 e cada hora adicional, mais USD 34. Melhor encher o tanque do carrão e rodar por quase uma semana.




Aliás, encher o tanque do carro nos EUA é um pouco diferente daqui. Lá praticamente não existem frentistas. Você pára o carro numa bomba (pump) e interfona para o escritório do posto. De lá, alguém libera a bomba mediante o uso do cartão de crédito. Outra maneira de fazê-lo é pagar em dinheiro (cash). Nesse caso, você pára o carro na bomba e vai lá dentro do escritório fazer um depósito caução. Geralmente te pedem uns USD 50 (mais ou menos o preço de um tanque cheio) e liberam o uso da bomba. Depois você volta para apanhar o troco ou complementar o pagamento.

Bom, depois da decepção com os Go Cars, retornamos ao hotel e apanhamos o Chrysler. Bem mais confortável, por sinal. Seguimos para o Golden Gate Park (gratuito) onde visitamos o belíssimo Japanese Garden (USD 3 a entrada).












Vale a pena pagar os três dólares. E lá dentro ainda tem uma lojinha para comprar umas bugigangas...






De lá seguimos para a Praça Levi' s onde almoçamos um ravióli sensacional.

Uma circulada pela cidade, também de carro, e fomos passear pela Market Street, no centro. Cheia de doidões e malucos. Pelo que sentimos, não é bom ficar desatento.
Procuramos um laptop mas não encontramos o que queríamos.
A saída foi seguir para a Ghirardelli e comprar uns chocolates.
De noite, mais Fisherman's Wharf!

Dia 15 - parte 3

De lá pegamos o caminho de volta e paramos para conhecer Sausalito. Outra cidade pequena, porém maior que Tiburon. Sausalito também é linda, parece uma cidade de pescadores, com uma mureta de pedras na beira d'água...

Um pouco mais da Golden Gate, a bordo do Chrysler 300.



















E mais Lombard Street, também de dentro do possante...


À noite fomos bebericar umas cervas num bar soturnão. Depois de uns minutos lá dentro percebemos que rolava até uma boca-de-fumo do lado de fora, comandada por um coroa. Mas nada que nos deixasse temerosos. Para quem mora no Rio, ver gente vendendo drogas não é uma, digamos, novidade...

Dia 15 - parte 2

De carro novamente, cruzamos a ponte e seguimos para uma cidadezinha encantadora chamada Tiburon (Tubarão em espanhol). O pedágio da Golden Gate revela um dado curioso: é mais caro sair do que entrar na cidade. Paga-se USD 3 quando se chega a SF e USD 5 quando se sai.

Mínima, à beira-mar Tiburon é muitíssimo bem cuidada. Decidimos almoçar no deque de um excelente restaurante.
A Main Street, ou rua principal...


Casinhas que avançam sobre o mar...


E, é claro, barquinhos...




A visão que se tem de San Francisco a partir de Tiburon é muito peculiar. A cidade, erguida sobre num enorme morro, é cortada por largas avenidas. Há uma linha de barcos que faz a ligação San Francisco-Tiburon. Não usamos o serviço, mas deve ser um passeio agradável.

Dia 15




Pegamos o carro e fomos ao Presídio Park, que apesar do nome não tem qualquer relação com cadeia. É uma área verde enorme, de onde dá para tirar ótimas fotos da Golden Gate. Com o céu azul que fez hoje (24/05), então, fica mais bonito ainda. Como ficava no meio do caminho, demos uma passadinha na Lombard Street, considerada a rua mais sinuosa do mundo. Descer de carro por ela é uma experiência interessante. Fizemos isso, em dias variados, umas três vezes.


A ponte de vários ângulos...




Andamos até a metade da Golden Gate e pudemos admirar a cidade de lá de cima. Há uns dois ou três mirantes na construção que realmente é muito bonita. Os californianos de San Francisco costumam fazer cooper na pista de pedestres e cruzar a ponte de bicicleta.

Friday, August 18, 2006

Dia 14 - parte 2

Por causa do velho problema das fotos que não abrem, aqui vai um segundo clichê desse dia.

Olha os fugitivos aí... Vale ressaltar que nenhum deles, ou seus corpos, foram encontrados até hoje. Portanto, Morris e os irmãos Anglin ainda são, oficialmente, considerados foragidos...







Um pouco mais do presídio (o pátio onde os detentos tomavam banho de sol)...








O farol




...e a vista, em alguns diferentes ângulos, da ilha para a cidade, que fica a mais ou menos uma milha (1,6 quilômetro) de distância do continente.






Um aviso básico para quem pretendia ajudar os presos...












Terminamos nosso tour e voltamos ao hotel.
De noite, retornamos ao Fisherman's Wharf, usamos nossas duas rides que sobraram no simulador 3D e, depois, fomos saborear umas cervejas no Hard Rock Cafe...

Dia 14


Hoje talvez tenha sido um dos dias mais aguardados por mim durante a estada em San Francisco: hora de visitar "A Rocha" ou simplesmente Alcatraz! Para quem vai àquela cidade, visitar o antigo presídio, hoje transformado em parque nacional, é passeio obrigatório. Se puder escolher, prefira um dia de sol (como o que nós pegamos). Ir até Alcatraz é como embarcar no mais famoso filme de lá: Escape from Alcatraz (ou Alcatraz, fuga impossível, como na tradução brasileira. Há ainda quem traduza ao pé da letra: Fuga de Alcatraz).


Para quem não se lembra, o personagem principal Frank Morris é interpretado por Clint Eastwood e o filme retrata, o mais fielmente possível, o que ocorreu naquela antiga prisão federal: a fuga de Morris e dos irmãos Clarence e John William Anglin.


Sugestão: compre ingressos de véspera ou, então, chegue bem cedo à bilheteria, no Fisherman's Wharf, é claro. Os barcos, invariavelmente, saem lotados...

Como não havíamos comprado nossos tíquetes com antecedência, tivemos que encarar a fila. Às 9h30m compramos os ingressos (acho que em torno de USD 12 por cabeça), mas nosso barco só partiria às 13h15m. O jeito foi dar um rolé pelo porto e curtir umas atrações tipo cinema 3D bem divertidas. O pacote de três aventuras no simulador saiu por USD 18 (cada um). Também fizemos umas compras de souvenirs, um deles uma caneca de presidiário, daquelas de latão, bem legal.


Pouco mais de meia hora antes do horário do barco sair, seguimos para a fila, sempre muito organizada, como é de hábito por aquelas bandas.
Um conselho: coma algo e leve uns biscoistos/barras de cereal ou sanduíches. Lá em Alcatraz não há venda de comida. Apenas água...










Logo ao desembarcar na ilha, ouvimos a explicação de um ranger, como são chamados os guardas de parques americanos. Uma das coisas que ele fez questão de frisar é que aquela seqüência do filme "A Rocha", com Sean Connery e Nicholas Cage, em que eles entram no presídio, tomado por militares rebelados, por um subterrâneo com caldeira e fogo é cascata.
Ouvimos um pouco da explicação, prestamos atenção às regras e normas do parque, apanhamos um mapinha (gratuito) e iniciamos nossa exploração.









Logo na entrada tem uma sala multimídia que passa um vídeo com toda a história do presídio. Vale a pena parar e assistir. Acabado o filmete, de uns 10, 15 minutos, seguimos para os corredores da penitenciária (se você quiser, pode comprar o tíquete com aqueles guias eletrônicos. Nós, particularmente, preferimos sem. É mais barato e você não precisa ficar preso ao gadgetzinho...

Nas celas, encontramos as cabeças de papel pintadas pelos três fugitivos e que foram postas lá para enganar os guardas. É impressionante. Aproveitando-se da escuridão, eles conseguiram enganar direitinho os agentes penitenciários de lá.












E aí, você seria enganado ou não?

Thursday, August 17, 2006

Dia 13


O dia começou com um belo sol. Aproveitamos, então, para passear de bonde, um dos programas mais divertidos de San Francisco. Compramos um passe de um dia para o cable car (bondinho) e ficamos para lá e para cá de manhã e de tarde.

Nesse vaivém, passamos pelo centro da cidade, na Union Square. Descemos um pouquinho e andamos por ali.








De volta ao bondinho, nova parada na Praça Ghirardelli, onde há uma praia e um imenso píer. De lá, tem-se uma bela visão de Alcatraz e da Golden Gate.









Mais uma embarcada no bondinho para visitar Chinatown.



De noite, cervejas num pub irlandês no Fisherman´s Wharf.

Friday, August 04, 2006

Dia 12


Hoje, um domingo, acordamos cedo e aproveitamos o trânsito tranqüilo de San Francisco para dar um rolé de carro pela cidade. Primeiro fomos ao Pacific Heights e seguimos para o Haight Ashbury. Nos dois, estacionamos o carro e caminhamos bastante. Aliás, como bem observou a Fernanda, San Francisco não é uma cidade para gordos: o sobe-e-desce de ladeiras imensas é interminável e uma característica bem peculiar da cidade. Imaginem Santa Teresa, no Rio, ou Alfama, em Lisboa, Portugal, com dimensões bem ampliadas. San Francisco é assim. Sem preparo físico fica bem difícil encarar a linda cidade. A vantagem é que você está sempre vendo o mar, a Golden Gate e a Ilha de Alcatraz, popularmente conhecida como "A rocha".


Pacific Heights é bonito, cheio de mansões vitorianas. A Rua Filmore, naquele trecho, tem restaurantes bem legais. Aproveitamos e almoçamos num deles.

Dali, fomos a pé à pequena Japantown, com placas e letreiros em japonês/inglês e um interessante mini shopping japa. Lá dentro, fãs de desenhos/seriados japoneses podem fazer a festa: Até bonecos e monstros do seriado Ultraman eu encontrei lá...




Já Haight Ashbury é a área dos doidões. Foi lá que os hippies se instalaram nos idos de 60/70 e até hoje as casas são coloridas, as roupas nas vitrines são muito loucas e não faltam smoke shops.


Chegamos num dia muito bizarro: tinha uma corrida à fantasia na cidade, algo como um carnaval, que terminou na Rua Haight. Quando chegamos lá, havia dezenas de pessoas fantasiadas, uma grande parte, é claro, bêbada e/ou drogada...
Ah, e na tal corrida, algumas fantasias muito comuns eram Adão e Eva, mas sem folhas de parreira, ou seja, neguinho corria peladão - homens e mulheres - mesmo, na maior... Divertido foi ver os flashes ao vivo da televisão (quando ainda estávamos no hotel), em que os repórteres/apresentadores ficavam em saias justas quando mostravam imagens da corrida e passavam esses peladões... Constrangimento total...

Depois de passear, uma medida que nos ajudaria bastante alguns dias depois: uma explorada no caminho até o aeroporto. Decisão acertada. O aeroporto é longe pacas do centro e a viagem, um tanto confusa. Demoramos um pouco e nos perdemos uma vez para encontrar o caminho até o ponto de devolução do carro. Para piorar, ainda pegamos uma chuva braba. Lição de casa feita, volta ao hotel que leva o nome da Rua Collumbus.
Aliás, num primeiro momento, as ruas de San Francisco parecem ser bem confusas, mas é fácil se adaptar. Praticamente todas cortam a cidade inteira. A grosso modo seria uma espécie de morro cortado por avenidas largas e bem sinalizadas. Fica aqui a sugestão para as autoridades brasileiras fazerem o mesmo nos morros e favelas cariocas. Tenho certeza de que ficaria bem mais fácil organizar o crescimento, policiar as áreas e levar a presença do estado para lá...

À noite fomos até North Beach, que fica a umas centenas de metros do hotel. Continuava chovendo, mas nada que atrapalhasse nossos planos. Belos, e bons, restaurantes e muitos letreiros luminosos, inclusive os indefectíveis "gilrs, girls, girls".

Friday, July 21, 2006

Dia 11 - parte 2

Pé na estrada. Passamos por alguns povoados tradicionais do Oeste americano com aquela arquitetura singular.










E caímos na highway 5, em direção a San Francisco.
No meio do caminho está Sacramento, capital da Califórnia, governada por um tal "Exterminador do Futuro". Depois de abandonar as telas de cinema, Arnoldão costuma dar expediente aqui, no capitólio...

Almoçamos em Sacramento mesmo e voltamos para a estrada. Pé em baixo no acelerador, menos de duas horas depois chegávamos a San Francisco.

Depois de chegar a reservar um quarto no Hotel Travelodge encontramos, a menos de 200 metros, o Columbus Motor Inn. Com preço justo (uns USD 110 dólares a diária - sem café da manhã), onde ficaríamos por sete dias. Além da excelente localização (perto do Fisherman's Wharf e de North Beach - em ambos só íamos a pé), também não cobra taxa de pernoite de carro.

À noite, depois de devidamente acomodados, fomos dar uma volta no Fisherman's Wharf onde nos deparamos com os barulhentíssimos leões marinhos do Píer 39...

Dia 11

Após uma bela noite de sono (o silêncio em Strawberry era ensurdecedor!), experimentamos um tradicional café strawberryano, por assim dizer: Panquecas, de morango obviamente, com suco de laranja.




Estômagos (bem) forrados, hora de cair na estrada novamente. Estávamos entrando na reta final de nossa viagem: rumo a San Francisco.

Mas até lá ainda passaríamos por uns lugares pitorescos. Como uma cidade chamada Angels Camp, muito conhecida por aquelas bandas graças a um inusitado festival/concurso anual de pulos de rãs!!!

Só pode ser coisa de americano mesmo. Como a Fernanda tem pânico de anfíbios, decidimos passar batidos por aquele bizarro povoado, embora o estivéssemos cruzando no dia do famigerado evento...

Já que não pudemos visitar Bodie (uma cidade fantasma), o jeito foi ir até outra com a mesma fama: Volcano (não, não é a cidade natal do Sr. Spock!). Parece que parou no tempo a cidadezinha (?) de 101 habitantes.








Fernanda observando a cadeia erguida nos anos 1800. Reza a lenda que os dois homens que a construíram foram seus primeiros "hóspedes"...

Dia 10 - parte 4

Não consigo mesmo entender alguns mecanismos desse blog. Depois de postar tudo, a foto não abre. O jeito, então, é abrir um novo post. Portanto, aqui vai a quarta parte desse longo dia. Continua de onde havia parado...


No meio do caminho mais uma paradinha para construir um amiguinho: "Buneco, o Snowman".





Nos despedimos de nosso little friend e seguimos em frente até começar a cair uma chuva fina, mas que foi ficando forte. Para piorar descobrimos, muitos quilômetros à frente, que a estrada 180 estava...fechada também...

Quase escurecendo, a chuva caindo e nós no meio do nada. Não havia outro caminho, nada para desviar, só dar meia volta. Foi o que fizemos. Depois de uma meia hora encontramos um povoado. O lugar paracia mal assombrado. Uma espécie de posto de gasolina e ponto de parada de caminhoneiros. Paramos, não havia uma viv'alma... Buzinei e quem aparece? Um rottweiller... Não tem como não lembrar novamente de "A Profecia"... O jeito foi acelerar e sair dali rápido, enquanto uma mulher muito estranha chamava o cão e nos olhava com cara de poucos amigos.

Foi pura tensão até que chegamos num povoado de 165 habitantes chamado Strawberry (morango). Só faltei jogar o carro dentro do hotel/pousada/restaurante.

Uma sorte danada. Pegamos um quarto espetacular, tomamos um bom banho e descemos para jantar. Umas cervejas e um papo com uns locais. Lake Tahoe, Bodie etc etc etc foram descartadas de nossos planos. Como diria o Vincent (personagem do Tom Cruise em Collateral) é preciso se adaptar, improvisar. Resolvemos seguir o conselho. Mas no fim das contas valeu muito...
A vista do quarto em que ficamos...

Dia 10 - parte 3




Hora de deixar Yosemite e seguir para Lake Tahoe, Mamoth Lake, Bodie, Mono Lake.
Fácil (pensamos). Basta descer a serra, virar à direita na estrada 120, que tem uma bifurcação, e continuar descendo. Realmente seria muito fácil, se não tivéssemos apanhado a bifurcação para o lado errado...
Depois de um bom tempo descendo, a triste conclusão de que saímos do lado oposto (Oeste, em vez de Leste).
Uma parada, uma consultada no mapa e uma solução: vamos contornar. Seriam mais uns 150 quilômetros pela estrada 180, mas tudo bem. Vamos em frente. Sobe a serra de novo...

Depois de mais ou menos uma hora, uma alegria: NEVE!!!








Vai um pedacinho aí?










Só não ficamos muito tempo ali... Podia aparecer algum urso faminto e nós não tínhamos nenhum sanduíche e nem vidro de ketchup...

Dia 10 - parte 2











Um pouco mais da beleza de Yosemite. Afinal, o parque merece...









Depois disso aqui é que a aventura iria começar...

Monday, July 17, 2006

Dia 10

Hora de fazer o programa abortado no dia anterior. Acordamos bem cedo e caímos na estrada sinuosa que nos levou até o Yosemite Park. A beleza daquele lugar é capaz de te fazer esquecer de qualquer dificuldade que tenha passado. Natureza pura, exuberante, belíssima. Cinematográfico!
Começamos pelas sequóias gigantes no Mariposa Grove.




Ao lado, o incrível Grizzly Giant (olha só uma mulher de camisa azul pequenininha)...

Alguém lembra do Barbárvore do Senhor dos Anéis? Pois é...

Do Mariposa Grove até a área mais concorrida do Yosemite, o Yosemite Village, é preciso descer uns 35 quilômetros (uma hora mais ou menos) de uma estradinha totalmente sinuosa. Seja paciente e não adianta tentar correr. O legal é ir descendo e parando nos diversos mirantes para admirar toda a beleza do parque.

Dia 9


Um ditado popular diz que depois da tempestade vem a bonança. Mas o que vem depois da bonança? Eu respondo: a tempestade.
É um ciclo.
Pois para (des)compensar tudo de bom que rolou na California 1, hoje foi o Dia da Roubada!
Saímos de Monterrey às 10h com a intenção de chegar ao Yosemite Park por volta de 14h.
O primeiro percalço foi o fechamento da estrada mais rápida que nos levaria até lá. Tudo bem, vamos dando uma volta bem maior. Serviu para avistarmos aqueles caminhões enormes que só vemos em filmes. Parece até um espelho e dá até para nos ver atrás dele...

Algumas horas depois, a falta de planejamento nos apanhou. Chegamos a Yosemite, pagamos USD 10 pela entrada (valor cobrado por carro/família) válida por uma semana.
Só não contávamos que a hospedagem dentro do parque propriamente dito fosse tão cara. Uns USD 200 a noite! Pior: não tinha praticamente nenhum lugar para comprar comida. Aliás, antes de chegar lá é bom abastecer o carro (encher o tanque!!!), comprar água, biscoitos, lanches etc etc etc. Em Yosemite só há um centrinho onde, claro, tudo é bem mais caro. E é tudo bem no meio da floresta...
A solução que encontramos já que faltavam algumas poucas horas para anoitecer: voltar até a cidade mais próxima e buscar abrigo lá. Retornamos até Oakhurst, pequenina cidade (?), a mais de uma hora de carro da entrada de Yosemite.
Lá entramos num motel da rede Day's Inn (ótimo por sinal) a um preço de aproximadamente USD110 (do lado oposto da estrada).
Nesse dia dirigi mais de sete horas e estava exausto...
Nossas refeições foram um pedaço de pizza dormido, um sanduíche dividido, água e chicletes (maior flagelo, risos!).
Depois que nos hospedamos a situação melhorou consideravelmente: bom hotel, com internet gratuita (nós sequer usamos) e um restaurante ao lado. Caímos dentro de dois suculentos hambúgueres e compramos umas Buds para levar pro quarto...
Yosemite ficou pro dia seguinte, que ainda nos reservava fortíssimas emoções...